Antes do café estar pronto no hotel já estavamos com as motos preparadas.
Alías ficamos com inveja do Luis. A Adenise é a única das meninas que ajuda carregar malas, montar a carga e até passa lubrificante na corrente da moto. Essa minha prima é 10. As outras meninas também são 10, mas não fazem isso. Deve ser por que não deixamos.
Pela primeira vez em solo brasileiro não pegamos chuva durante todo o dia. Por outro lado, o calor estava muito forte.
Andamos rápido por caminhos já conhecidos (repetimos a ida). Paramos próximo a Piraí do Sul para abastecer e conhecemos a dona do posto. A Liz que compete em provas de motovelociadade. Bacana.
A nova parada foi no posto Graal de Ourinhos onde tomamos um lanche, tiramos a foto oficial do passeio e nos despedimos do Luis e Adenise que foram para Campo Grande.
Seguimos tranquilos até que o Véio Loco, após passar pela cidade de Marília, resolveu acelerar na nossa frente. Foi ultrapassando uma fila enorme de carros na faixa contínua e lá em cima .....a polícia mandou ele encostar.
Segundo ele, fez uma cara de dar dó e pediu para o guarda quebrar o galho. que estava cansado, vindo de longe e coisa e tal. O polícial perguntou: De onde o sr. está vindo? De Montevideo. O guarda se assutou e respondeu: Putz, de Montevideo, que Véio Loco. kkkkkkkk O policial deve estar vendo o Blog. kkkkk.
Desta vez não houve multa.
Chegamos em Rio Preto as 17 horas muito felizes por mais um passeio cheio de coisas boas para contar e guardar em nossas lembranças.
Obrigado a todos os companheiros de viagens e principalmente as nossas esposas que nos dão renovadas provas de amor, subindo em nossas garupas.
Rotina diária: Montar carga
Ponte no Paraná. Um veículo por vez.
Belas paissagens das lavouras paranaenses.
Trecho de curvas próximo a cidade de Ventania
Aqui o Véio Loco encontrou alguns amigos de infancia.
Foto oficial do passeio.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Uruguai - 8o. dia - Novo Hamburgo x Mafra
O plano era andar o máximo hoje para deixar uma perna menor para o último dia.
Saímos de Novo Hamburgo com a intenção de dormir em Ponta Grossa no Paraná. Desta vez optamos por não subir pela serra de Nova Petrópolis. Além de fazer um caminho novo, queriamos andar mais rápido. Pegamos a estrada que nos levaria a Caxias do Sul por fora. Estrada boa e não menos bonita.
Depois de Caxias, já na BR 116 tem outra serra que dura uns 30 km. Aceleramos forte. O Fábio na frente, eu logo atrás, depois o Véio Loco e o Luis. Como não via o farol do Luis diminui e o Véio Loco me passou a milhão fazendo sinal para eu cuidar do Luis. Parei e depois de uns 5 minutos resolvir voltar. Fui achar ele somente em Caxias do Sul com o pneu furado. Depois de 3 anos andando com o Kit Reparador de pneu, tivemos a opotunidade de experimentar. E não é que o negócio funciona mesmo. Apesar do furo ser muito grande, vedou e pudemos seguir viagem. Agora em 2 blocos. Fábio e Véio Loco na frente, eu e o Luis depois. Combinamos por telefone de nos encontrar no hotel em Ponta Grossa.
Como tínhamos 2,5 horas de atraso andamos forte. Por sorte paramos para abastecer próximo de Mafra. Tinha uma mensagem deles no celular avisando que pararam para dormir em Mafra. A idéia de parar no mesmo hotel da ida, deve ser coisa do Véio Loco. Ele gostou demais da pinga de lá.
Aproveitamos bem a noite, de novo. Jantar, bebidas e cama.
Saíndo de Novo Hamburgo
Serra de Caxias do Sul
Saímos de Novo Hamburgo com a intenção de dormir em Ponta Grossa no Paraná. Desta vez optamos por não subir pela serra de Nova Petrópolis. Além de fazer um caminho novo, queriamos andar mais rápido. Pegamos a estrada que nos levaria a Caxias do Sul por fora. Estrada boa e não menos bonita.
Depois de Caxias, já na BR 116 tem outra serra que dura uns 30 km. Aceleramos forte. O Fábio na frente, eu logo atrás, depois o Véio Loco e o Luis. Como não via o farol do Luis diminui e o Véio Loco me passou a milhão fazendo sinal para eu cuidar do Luis. Parei e depois de uns 5 minutos resolvir voltar. Fui achar ele somente em Caxias do Sul com o pneu furado. Depois de 3 anos andando com o Kit Reparador de pneu, tivemos a opotunidade de experimentar. E não é que o negócio funciona mesmo. Apesar do furo ser muito grande, vedou e pudemos seguir viagem. Agora em 2 blocos. Fábio e Véio Loco na frente, eu e o Luis depois. Combinamos por telefone de nos encontrar no hotel em Ponta Grossa.
Como tínhamos 2,5 horas de atraso andamos forte. Por sorte paramos para abastecer próximo de Mafra. Tinha uma mensagem deles no celular avisando que pararam para dormir em Mafra. A idéia de parar no mesmo hotel da ida, deve ser coisa do Véio Loco. Ele gostou demais da pinga de lá.
Aproveitamos bem a noite, de novo. Jantar, bebidas e cama.
Saíndo de Novo Hamburgo
Serra de Caxias do Sul
Uruguai - 7o. dia - Montevideo x Novo Hamburgo
Acordamos cedo, arrumamos a carga e esperamos o café do hotel ficar pronto. O dia prometia uma boa km.
A idéia original era sair do Uruguai por Rivera indo dormir em Santa Maria, fazendo uma rota bem diferente da ida. Mas algumas meninas não queriam dormir onde morreu tanta gente de uma só vez e recente (boate Kiss). Mudamos e escolhemos outra onde entraríamos no Brasil por Jaguarão. Assim fizemos. Não foi uma boa escolha. Usamos a Ruta 7 que está mal conservada e demoramos mais que o previsto. Almoçamos em Melo, capital do departamento de Cerro Largo.
Alias, uma pausa para falar da questão gastronômica. Normalmente quando a gente viaja o combinado é lanche leve durante o dia para não dar sono e jantar a noite. Neste passeio o sistema foi bruto. Café da manhã reforçado, lanches em todas as paradas, almoço e jantar todo dia. Resultado: Todos fugindo da balança.
Após o almoço a estrada melhorou e rendeu muito. Acabamos chegando em Novo Hamburgo rodando por volta de 850 km e nos hospedamos com bom hotel Union. A noite, só para variar, encaramos um rodízio num restaurante italiano muito bom.
Nesta noite descobrimos outro segredo de nosso amigo Fábio. Andando pela calçada de mãozinha com sua esposa Sonia deparou com um barata. O cara quase subiu no colo da Sonia. Normal Fábio. Todos temos os nossos medos. Eu que o diga.
A outra coisa engraçada da noite foi com o Véio Loco e sua escudeira. Ele pediu um colírio e a Dorinha deu um remédio de ouvido que ele sem pestanejar, pingou no olho. Ficou mais vermelho ainda e ardeu muito.
Viajar com este pessoal "mais experiente" tem algumas particularidades. De manhã, depois do bom dia era um tal de: Você tomou seus remedinhos hoje?
Na noite anterior, em frente a prefeitura no concerto da Filarmônica de Montevideo
Saindo de Montevideo.
Pegando a Ruta 7 com neblina

A idéia original era sair do Uruguai por Rivera indo dormir em Santa Maria, fazendo uma rota bem diferente da ida. Mas algumas meninas não queriam dormir onde morreu tanta gente de uma só vez e recente (boate Kiss). Mudamos e escolhemos outra onde entraríamos no Brasil por Jaguarão. Assim fizemos. Não foi uma boa escolha. Usamos a Ruta 7 que está mal conservada e demoramos mais que o previsto. Almoçamos em Melo, capital do departamento de Cerro Largo.
Alias, uma pausa para falar da questão gastronômica. Normalmente quando a gente viaja o combinado é lanche leve durante o dia para não dar sono e jantar a noite. Neste passeio o sistema foi bruto. Café da manhã reforçado, lanches em todas as paradas, almoço e jantar todo dia. Resultado: Todos fugindo da balança.
Após o almoço a estrada melhorou e rendeu muito. Acabamos chegando em Novo Hamburgo rodando por volta de 850 km e nos hospedamos com bom hotel Union. A noite, só para variar, encaramos um rodízio num restaurante italiano muito bom.
Nesta noite descobrimos outro segredo de nosso amigo Fábio. Andando pela calçada de mãozinha com sua esposa Sonia deparou com um barata. O cara quase subiu no colo da Sonia. Normal Fábio. Todos temos os nossos medos. Eu que o diga.
A outra coisa engraçada da noite foi com o Véio Loco e sua escudeira. Ele pediu um colírio e a Dorinha deu um remédio de ouvido que ele sem pestanejar, pingou no olho. Ficou mais vermelho ainda e ardeu muito.
Viajar com este pessoal "mais experiente" tem algumas particularidades. De manhã, depois do bom dia era um tal de: Você tomou seus remedinhos hoje?
Na noite anterior, em frente a prefeitura no concerto da Filarmônica de Montevideo
Saindo de Montevideo.
Pegando a Ruta 7 com neblina
Agora, no interior do Uruguai, ainda na Ruta 7
Entrando no Brasil por Jaguarão
Olha a chuva vindo. Será que deu tempo de colocar as capas de chuva?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Uruguai - 6o dia - Montevideo
Hoje o dia
foi dedicado a conhecer Montevideo. De manha saímos num city tour naqueles
onibus de 2 andares. No comeco achamos estranho como a cidade é tranquila.
Quase nao há transito e poucas pessoas nas ruas. Depois, reparando as lojas,
descobrimos que a maioria estao fechadas por causa do carnaval. Aquí dizem que
tem o carnaval mais longo do mundo. E acho que é verdade. A maioria dos
estabelecimentos comerciais fecharam no dia 9 e só reabrem no dia 17.
Almocamos
no Mercado Municipal que fica na regiao do porto. Aproveitando a grande
quantidade de barraquinhas as meninas foram as compras. Depois do almoco os
meninos foram procurar/ver lojas de moto e as meninas….shopping. Imaginando o
que teremos que levar na volta, compramos elásticos para amarrar parte das
muambas nas malas. Nosso comboio vai parecer mudanca de cigano.
Logo mais
vamos assistir a Orquestra Sinfónica de Montevideo que se apresentará ao lado
da prefeitura, que é encostada ao nosso hotel.
Amanha
comeca o retorno.
Abracos
Aqui é costume fazer piquenique com a familias nos gramados
Mercado Municipal
Estes carrinhos ainda rodam
Eu carregando as compras....e teve mais.
As meninas só bebem.
O Caio (Véio Loco) e o Fábio. Este relacionamento comecou na Argentina em 2011.
Uruguai - 5o. dia - Montevideo x Colonia x Montevideo
Nesta
quarta-feira fomos conhecer a famosa cidade de Colonia des Sacramento.
A rodovia é
uma belezura. Pista dupla feita de cimento ao invés de asfalto. Fizemos os 180 km rapidinho.
Nestes bate-volta
nao dá para conhecer os detalles dos lugares. Fomos mais para te ruma idéia peral
e valeu a pena. A cidade é muito antita cheio de bons restaurantes. Fica as
margens do Rio das Platass, que por aquí chamam de Mar del Plata devido ao
tamanho.
Depois do
almoco e do tradicional helado (sorvete) fizemos uma cty tour de moto mesmo e
voltamos.
Na volta o
Fábio e o Luis Carlos passaram um pequeño sufoco. Paramos para abastecer no
meio do caminho e o Casal Caio/Dorinha (leia-se Véio Loco) evadiram-se do local
sem pagar a conta. Eu fui atrás deles (mas tinha pago a minha). Para complicar
tinha um policial no local e o pessoal do posto acionou a autoridade. Além de
pagar a Conta do Véio Loco, o Fábio teve que dar explicacoes. Agora quer
receber deles o valor da gasolina e algo mais por dano moral.
No final da
noite, depois de umas garrafas do legítimo vinho Uruguaio, demos muitas
risadas.
Chegando em Colonia del Sacramento
Estrada - Coisa de cinemaArvores em todas as ruas
Ao fundo o Rio da Plata
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Uruguai - 4o. dia - Punta del Este x Montevideo
Olá,
Neste
quarto dia acordamos tarde e fomos colocar o pé na areia. Estivemos de novo na
esculturas dos dedos que é uma obra de um Chileno que, durante um encontro de
artistas em Punta, se inspirou num afogamento para desenvolver a obra.
Passeamos
também pela cidade,tanto na parte nova quanto na parte velha. Punta del Este é
muito bonita. Lembra um pouco o Guarujá, mas bem mais luxuosa. Para cá vem os
Uruguaios endinheirados, muitos Argentinos, Brasileiros e em menor número
Chilenos e europeus.
Arrumamos
nossas malas no limite do check out do hotel e fomos contecer Piriapolis onde
almocamos e seguimos para Montevideo.
O dia
foi tranquilo. O Véio Loco se comportou. Na verdade ele queria me censurar,
dizendo para eu nao escrever nada que o comprometesse, pois sua filha Helena dá
bronca nele. Eu sugeri que ele se comportasse e assim nao teria o que falar.
Assim foi feito. Helena e Bel – O papai está se comportando bem….agora.
Nossas
garupas estao nota 10.
Eliane
como sempre curtindo tudo, mas também me cutucando…cuidado a curva, mais
devagar, olha o carro,,,,,,
Sonia
esta tranquila. Para ela quanto mais rápido melhor.
Dorinha
continua tendo que se equilibrar sozinha, pois o Véio Loco nao deixa ela
segurar nele.
Adenise
esta com um olho de peixe. As vezes ela manca de sair água do olho. Deve estar
doendo muito, mas está aguentando firme.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Uruguai - 3o.dia - Camaqua x Punta del Este
Olá.
Por Edson.
Saímos de Camaquã perto das 9 horas. Sol intenso, estrada boa, pouco movimento.
As paisagens agora mudaram. Estamos nos Pampas Gaúchos. Longas planícies com plantações de arroz e vez por outra alguma soja. Na região, aparentemente, não há grandes fazendas e sim pequenas propriedades. Outra coisa interessante, ao invés de trator, a maioria tem retro escavadeira que é usada para fazer os canais. Como é muito plano, é o jeito de canalizar a água e aproveitar a terra, além de irrigar naturalmente.
Chegamos em Pelotas e abastecemos, pois várias pessoas nos disseram que não havia postos de combustível nos 250 km seguinte. Hoje em dia não é bem assim. Há vários e ninguém fica mais sem combustível.
Passamos pela reserva do Taim. Imaginava mais longa. Tem uns 20 km de extensão. É bonita, mas bicho que é bom, só vimos capivara.
Chegamos na cidade de Chui e fomos direto para a Aduana Uruguaia. Aqui não há procedimento a ser feito na Aduana Brasileira - passagem livre. Porém tivemos nosso primeiro enrosco do dia. Dorinha fez a Carta Verde para nós, mas o corretor não enviou as apólices, apenas os boletos para pagamento. Resultado: O fiscal uruguaio pouco camarada não aceitou e voltamos para a cidade (Chui Brasileiro) para tentar achar um lugar que fizesse. Conseguimos depois de 2 horas rodando e seguimos viagem.
O lado Uruguaio é bem parecido com o Brasileiro, no começo. Longas retas, plantações e gado Red Angus, Brangus. O asfalto que já era bom do lado Brasileiro melhorou ainda mais.Como atrasamos 2 horas no Chui, imagino que o lado psicológico foi afetado, pois o Fábio começou a andar feito doido acompanhado pelo Véio Loco. Curva, faixa contínua eram detalhes para eles. Eu e o Luís íamos mais de longe observando e vimos de camarote quando um guarda Uruguaio saiu da moita e correu para o meio da pista na tentativa de parar os bonitões. O Fábio parou. O Véio Loco quase atropelou o policial e foi embora.parando uns 3 km depois. Nós também paramos com ele e esperamos o Fábio que chegou elogiando a autoridade policial Uruguaia. Segundo ele, recebeu um pequeno sermão sobre leis de transito e foi liberado sem multa. Tudo em nome do boas relações entre os povos vizinhos.
Chegando em Punta, deixamos e ruta principal e entramos por Manantiale indo pelo litoral até Punta. Vimos primeiro a parte mais nova da cidade e depois fomos para o centro de fato.
Aqui o segundo inconveniente do dia. A reserva que a Dorinha fez para ela e o Fábio foi cancelada e tiveram que ir para outro hotel. Estamos assim em 3 hotéis diferente. Eu-Eliane no São Marcos na parte nova da cidade e uns 10 minutos do centro. Os outros no centro.
Jantamos um bife do chourisso, cerveja e os tradicionais conhaques do Caio. Agora é só conhecer a cidade.
Por Edson.
Saímos de Camaquã perto das 9 horas. Sol intenso, estrada boa, pouco movimento.
As paisagens agora mudaram. Estamos nos Pampas Gaúchos. Longas planícies com plantações de arroz e vez por outra alguma soja. Na região, aparentemente, não há grandes fazendas e sim pequenas propriedades. Outra coisa interessante, ao invés de trator, a maioria tem retro escavadeira que é usada para fazer os canais. Como é muito plano, é o jeito de canalizar a água e aproveitar a terra, além de irrigar naturalmente.
Chegamos em Pelotas e abastecemos, pois várias pessoas nos disseram que não havia postos de combustível nos 250 km seguinte. Hoje em dia não é bem assim. Há vários e ninguém fica mais sem combustível.
Passamos pela reserva do Taim. Imaginava mais longa. Tem uns 20 km de extensão. É bonita, mas bicho que é bom, só vimos capivara.
Chegamos na cidade de Chui e fomos direto para a Aduana Uruguaia. Aqui não há procedimento a ser feito na Aduana Brasileira - passagem livre. Porém tivemos nosso primeiro enrosco do dia. Dorinha fez a Carta Verde para nós, mas o corretor não enviou as apólices, apenas os boletos para pagamento. Resultado: O fiscal uruguaio pouco camarada não aceitou e voltamos para a cidade (Chui Brasileiro) para tentar achar um lugar que fizesse. Conseguimos depois de 2 horas rodando e seguimos viagem.
O lado Uruguaio é bem parecido com o Brasileiro, no começo. Longas retas, plantações e gado Red Angus, Brangus. O asfalto que já era bom do lado Brasileiro melhorou ainda mais.Como atrasamos 2 horas no Chui, imagino que o lado psicológico foi afetado, pois o Fábio começou a andar feito doido acompanhado pelo Véio Loco. Curva, faixa contínua eram detalhes para eles. Eu e o Luís íamos mais de longe observando e vimos de camarote quando um guarda Uruguaio saiu da moita e correu para o meio da pista na tentativa de parar os bonitões. O Fábio parou. O Véio Loco quase atropelou o policial e foi embora.parando uns 3 km depois. Nós também paramos com ele e esperamos o Fábio que chegou elogiando a autoridade policial Uruguaia. Segundo ele, recebeu um pequeno sermão sobre leis de transito e foi liberado sem multa. Tudo em nome do boas relações entre os povos vizinhos.
Chegando em Punta, deixamos e ruta principal e entramos por Manantiale indo pelo litoral até Punta. Vimos primeiro a parte mais nova da cidade e depois fomos para o centro de fato.
Aqui o segundo inconveniente do dia. A reserva que a Dorinha fez para ela e o Fábio foi cancelada e tiveram que ir para outro hotel. Estamos assim em 3 hotéis diferente. Eu-Eliane no São Marcos na parte nova da cidade e uns 10 minutos do centro. Os outros no centro.
Jantamos um bife do chourisso, cerveja e os tradicionais conhaques do Caio. Agora é só conhecer a cidade.
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