terça-feira, 4 de junho de 2013

Pantanal 2013

Há 11 anos, sempre no feriado de Corpus Christi, juntamos os amigos e formamos a Comitiva dos Catetos para passear pelo Pantanal. Procuramos sempre novos caminhos, mas dentro do Pantanal da Nhecolândia (uma das regiões do Pantanal).

Os amigos de Campo Grande (Tuca, Manfredo e Edgar) ficam com a nobre função de levantar as trilhas com antecedência e definir possíveis lugares para os acampamentos.
De Rio Preto vamos puxando as motos até o Portal do Pantanal. Daí para frente é só moto, Jipes e nosso fiel amigo, Sr. Fernando, que conduz o caminhão de apoio e nos salva quando estamos perdidos.

1º. Dia.
Este ano optamos por sair de Rio Negro. Seguimos pelo aterro (estrada levantada) por uns 70 km e depois mais uns 80 km pelo pantanal adentro.  Montamos uma estratégia diferente desta vez. Formamos duplas com a finalidade de um proteger o outro e também abrir as porteiras para o caminhão de apoio e os jipes passarem. A estratégia funcionou muito bem. Ninguém se perdeu e andamos mais que os anos anteriores. Também ajudou o fato do Pantanal estar mais seco que anos anteriores e assim o índice de quebra de motos foi reduzido.

O Pantanal é sempre muito bonito independente da região que estamos. Uma planície de perder de vista, vazantes (águas do período das chuvas que correm para os rios) e lagoas dão um toque de beleza à paisagem.
Neste dia, a única fato lamentável foi um tombo de nosso amigo Rubinho que infelizmente quebrou o braço. Resolvemos antecipar o local do pouso e acampamos ali mesmo, enquanto dois Jipeiros (Marcão e Dr. Renato) levaram ele de volta à Rio Negro com a ajuda do Manfredo e Tuca. O Airton (vulgo negão do facão) voltou para Rio Preto com o Rubinho. Os Jipeiros chegaram de volta no acampamento depois da meia noite.

Chegando para o passeio. Tudo limpinho.
 Concentração em Rio Negro.

Uma placa pelo caminho.

Foto panorâmica com uma tradicional Comitiva Pantaneira.

Parada para Almoço.

Aproveitando para manutenções.

Barracas armadas para o soninho.

Mas antes teve o churrasco.


2º. Dia.

Acordei e fui dar uma volta pela lagoa que tomamos banho na noite anterior. Surpresa: Estava cheia de Jacarés. É muito bom tomar banho a noite. Não dá para ver os perigos e nem as sujeiras. Depois é só jogar a toalha fora.

Depois do suculento café da manhã a Comitiva seguiu seu destino. Agora não tinha mais moleza. É areia fofa o tempo todo exigindo atenção na pilotagem. Para apreciar as belezas do lugar só parando. Atravessamos fazendas bem cuidadas e gado de boa genética. Alguns fazendeiros “boa gente” e outros “casca de ferida”. Um queria que apresentássemos autorização do IBAMA para passar pela estrada que atravessa sua fazenda.
No fim deu tudo certo. Andamos bastante novamente e conseguimos cumprir com o planejado montando acampamento na margem de um belo rio, dentro da Fazenda Maringá. Depois do Arroz Carreteiro do Almoço, foi a vez de experimentarmos o famoso macarrão pantaneiro no jantar. E da lhe cerveja.

Amanhecer no acampamento.

A lagoa onde tomamos banho ontem a noite.

E os vizinhos.

Estes são mais mansos.

Deixam até chegar perto para fotos.

Estradas típicas: Areia.

Marcão e sua viatura salva-todos.

Várias lagoas para passar.

Essa era um pouquinho maior.

As vezes, só puxado.

Outros, só empurrando.



Quem passa, fica com a moto assim:

Na hora do almoço, tirar tudo para secar.

Olha quem veio nos visitar.


3º. Dia.
O toque de alvorada desta vez foi mais cedo, ainda escuro. Estávamos a 160 km de Rio Negro e havia o receio de não conseguir chegar, o que atrasaria o retorno a Rio Preto. O Pantanal é cheio de surpresas. Teve um ano que durante um dia todo só conseguimos andar 40 km.

Mas tudo estava conspirando a nosso favor. Sr. Fernando no caminhão mandando bem e nós acompanhando, abrindo as porteiras, motos não quebrando (com exceção do Cebolla).  
A idéia era tentar almoçar na Fazenda Guapé, de nosso amigo Mano. Chegamos lá cedo, às 11 horas. Mesmo assim paramos, aproveitando a bela estrutura que ele disponibiliza para nós. Resolvemos fazer uma galinhada e demorou demais. Aceleramos forte e conseguimos sair do pantanal pegando o aterro antes da 17 horas. Chegamos em Rio Negro no começo da noite. Um churrasco serviu para comemorar o sucesso de mais este passeio e fomos dormir cedo, pois no domingo tínhamos mais 800 km, agora de rodovia. Ano que vem tem mais.

Este lugar se chama Castelo. Uma das vazantes mais belas (olha os jacarés)

Lâminas de água. Muito bom de ver e andar.

Mas, cuidado onde pisa.

Escola Pantaneira mantida por uma Fazenda. Bela atitude.

Parada para apreciar a natureza.

E ver bichos.

Sr. Fernando vencendo mais um desafio.

Chegando no final do passeio.

Já no Hotel em Rio Negro, o Hugo não aguentou e dormiu sentado.



sexta-feira, 3 de maio de 2013

Avaré - Represa de Jurumirim


Todos os motociclistas que conversei estavam indo para o encontro em Barretos.
Como era aniversário da patroa, resolvemos ir para um lugar mais sossegado e o destino escolhido foi a Estância Turística de Avaré, mais precisamente no Hotel Fazenda Avaré localizado num braço do Rio Paranapanema e parte da Represa de Jurumirim.

Como sempre procuramos o melhor caminho, pegamos a Rodovia W. Luiz até São Carlos onde almoçamos no Temático Bar Beatnicks. Lugar muito ajeitado com atendimento e comida acima da média. Recomendamos.
Seguimos para nosso destino passando por Itirapina, Brotas, Jaú. A pista neste trecho, além da excelente qualidade, nos obrigou a paradas para fotos por sua beleza.

Depois de Jaú a coisa se complica um pouco. Pista única em estado não muito bom. Vantagem nesta hora para motos como a nossa: Big Trail. Suas suspensões corrigem as imperfeições do solo e para nós sobra muito conforto.
Nos 50 km finais, após passar sob a Rodovia Castelo Branco, a pista volta a ficar boa até Avaré.

Chegamos e fomos direto para nosso hotel. Pela primeira vez ficamos num Hotel Fazenda de verdade. São 9 km de estrada de terra, cortando sítios e fazenda, pegando cascalho e areão.
Quando chegamos uma bela surpresa. O Hotel é mais confortável que imaginamos e o lugar perfeito. Mata preservada por todos os lados e uma trilha para chegar até o rio. Daí foi só relaxar, beber algumas para hidratar, e jogar conversa fora até o dia seguinte, quando voltamos à Rio Preto.

Primeira parada para um suco.

Beatnicks em São Carlos. Almoço com vista panorâmica.

Brotas x Jaú: Pista espetacular.

Chegando em Avaré;

Aqui foi Off Road. 9 km de estrada de terra para chegar ao hotel.

Hotel Fazenda Avaré.

O bonitão que voz escreve.

E a patroa no jardim do hotel.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Uruguai - 9o dia - Mafra x Rio Preto

Antes do café estar pronto no hotel já estavamos com as motos preparadas.
Alías ficamos com inveja do Luis. A Adenise é a única das meninas que ajuda carregar malas, montar a carga e até passa lubrificante na corrente da moto. Essa minha prima é 10. As outras meninas também são 10, mas não fazem isso. Deve ser por que não deixamos.
Pela primeira vez em solo brasileiro não pegamos chuva durante todo o dia. Por outro lado, o calor estava muito forte.
Andamos rápido por caminhos já conhecidos (repetimos a ida). Paramos próximo a Piraí do Sul para abastecer e conhecemos a dona do posto. A Liz que compete em provas de motovelociadade. Bacana.
A nova parada foi no posto Graal de Ourinhos onde tomamos um lanche, tiramos a foto oficial do passeio e nos despedimos do Luis e Adenise que foram para Campo Grande.
Seguimos tranquilos até que o Véio Loco, após passar pela cidade de Marília, resolveu acelerar na nossa frente. Foi ultrapassando uma fila enorme de carros na faixa contínua e lá em cima .....a polícia mandou ele encostar.
Segundo ele, fez uma cara de dar dó e pediu para o guarda quebrar o galho. que estava cansado, vindo de longe e coisa e tal. O polícial perguntou: De onde o sr. está vindo? De Montevideo. O guarda se assutou e respondeu: Putz, de Montevideo, que Véio Loco. kkkkkkkk O policial deve estar vendo o Blog. kkkkk.
Desta vez não houve multa.
Chegamos em Rio Preto as 17 horas muito felizes por mais um passeio cheio de coisas boas para contar e guardar em nossas lembranças.
Obrigado a todos os companheiros de viagens e principalmente as nossas esposas que nos dão renovadas provas de amor, subindo em nossas garupas.

Rotina diária: Montar carga
 Ponte no Paraná. Um veículo por vez.
 Belas paissagens das lavouras paranaenses.

 Trecho de curvas próximo a cidade de Ventania

 Aqui o Véio Loco encontrou alguns amigos de infancia.
 Foto oficial do passeio.

Uruguai - 8o. dia - Novo Hamburgo x Mafra

O plano era andar o máximo hoje para deixar uma perna menor para o último dia.
Saímos de Novo Hamburgo com a intenção de dormir em Ponta Grossa no Paraná. Desta vez optamos por não subir pela serra de Nova Petrópolis. Além de fazer um caminho novo, queriamos andar mais rápido. Pegamos a estrada que nos levaria a Caxias do Sul por fora. Estrada boa e não menos bonita.
Depois de Caxias, já na BR 116 tem outra serra que dura uns 30 km. Aceleramos forte. O Fábio na frente, eu logo atrás, depois o Véio Loco e o Luis. Como não via o farol do Luis diminui e o Véio Loco me passou a milhão fazendo sinal para eu cuidar do Luis. Parei e depois de uns 5 minutos resolvir voltar. Fui achar ele somente em Caxias do Sul com o pneu furado. Depois de 3 anos andando com o Kit Reparador de pneu, tivemos a opotunidade de experimentar. E não é que o negócio funciona mesmo. Apesar do furo ser muito grande, vedou e pudemos seguir viagem. Agora em 2 blocos. Fábio e Véio Loco na frente, eu e o Luis depois. Combinamos por telefone de nos encontrar no hotel em Ponta Grossa.
Como tínhamos 2,5 horas de atraso andamos forte. Por sorte paramos para abastecer próximo de Mafra. Tinha uma mensagem deles no celular avisando que pararam para dormir em Mafra. A idéia de parar no mesmo hotel da ida, deve ser coisa do Véio Loco. Ele gostou demais da pinga de lá.
Aproveitamos bem a noite, de novo. Jantar, bebidas e cama.

Saíndo de Novo Hamburgo
 Serra de Caxias do Sul

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