domingo, 9 de março de 2014

Ushuaia - 22o. Dia (08/03/2014): Foz do Iguaçu x São José do Rio Preto

Por Edson.

Depois das compras no Paraguai, montar as cargas nas motos não foi tarefa das mais fáceis.
Pegamos estrada por volta da 7:30 hs e rendeu muito até a parada para o almoço, 50 km depois de Maringá.
Quando íamos voltar para a estrada olhamos para o velho pneu traseiro do Nei e os arames estavam aparecendo. Agora não tinha mais jeito. Era chegar ou guinchar.
Viemos bem devagar. Após Presidente Prudente sugeri murchar o pneu e assim fazer com que o maior atrito fosse nas laterais e não ao centro onde a coisa estava feia.
Deu certo. Mesmo assim continuamos num ritmo lento e chegamos em Rio Preto as 17:30 hs.
Logo depois o Nei me ligou dizendo que fizeram uma surpresa legal pra ele. Todos os familiares se reuniram para espera-lo, com festa, música e até mensagem gravada por locutor profissional. Ele merece.

Foram 22 dias intensos onde rodamos 13.300 km sendo 800 por estradas de rípio (pedras). Vimos paisagens impressionantes. Algumas fotos pareciam pintura. Elegemos Puerto Natales e Parque Nacional Torres del Paine como o melhor dos lugares seguido de perto por El Calafate e Glaciar Perito Moreno. Porém as paisagens ao longo da Ruta 40 levam o Oscar de melhor fotografia.

Toda viagem é uma experiência e novos aprendizados são incorporados. Aprendi muito novamente, com o Nei, com o Fábio, com o Octávio (Mexicano), com o Gláuco (Atibaia), com o que vimos e com pessoas que encontramos, mesmo trocando poucas palavras.

A viagem continua.



sexta-feira, 7 de março de 2014

Ushuaia - 21o. Dia (07/03/2014): Posadas X Foz do Iguaçu

Por Edson.

Saímos de Pousadas e viemos "pianinho". Nada de ultrapassar em faixa contínua. Velocidade dentro da sugerida.

Com os km que andamos nos dias anteriores, conseguimos adiantar em meio dia nosso retorno e paramos em Foz do Iguaçu para comprar e trocar o pneu da moto do Nei.

Antes uma paradinha no Duty Free para o Nei comprar algumas coisinhas. Depois viemos para a cidade de Foz e nos hospedamos. A tarde estava reservada para o pneu..lembram? Não é que o Nei foi para o Paraguai e nem aí com o pneu. Ele queria mesmo é fazer comprinhas. Como gosta este rapaz.
Resultado: Vamos para Rio Preto com o pneu velho que conseguimos a 4.000 km daqui.

 Regressando a pátria amada

Ushuaia - 20o. Dia (06/03/2014): Venado Tuorto X Posadas


Por Edson.
E o Deslocamento de regresso continua.
Saímos cedo de Venado Tuorto para tentar chegar em Foz do Iguaçu. Seria pouco mais de 1.300 km.


Ouvi muito falar das sacanagens dos policiais da Província de Entre Rios. Ouvi falar desde histórias onde simplesmente pendem contribuição para pintar as sedes até coisas mais pesadas, do tipo extorquir dinheiro ameaçando de prisão.
Toda vez que venho para a Argentina faço a Ruta 11 e assim escapo destes bandidos de Entre Rios. Alertei o Nei, mas mesmo assim resolvemos não aumentar em 150 km  o trajeto para chegar mais cedo.


Após Rosário, na cidade de Victoria tinha um comando. Eu passei, mas pegaram o Nei. Disseram que ele ultrapassou em local proibido. Levaram ele para um trailler e estabeleceram a multa 1.107 pesos ou 150 dólares que precisavam ser pagos naquele momento, em espécie. Voltei para dar uma força e ví tudo o que tinha ouvido falar. Um "puliça" fazendo de conta que digitava uma multa, outro falando da gravidade da infração. Quando o Nei jogou o 171 dizendo que não tinha dinheiro, apareceu um "puliça" com a pulseira do Roberto Carlos (algema) dizendo que ia para a cadeia. Uma pressão danada. Isso durou mais de hora até que juntamos todo o dinheiro que tínhamos nas carteiras e demos aos pilantras. Por isso não andamos com muito dinheiro na carteira. Neste tempo entrou e saiu várias "autoridades policiais" o que mostra que é uma organização criminosa onde todos participam. No final deram um papel dizendo que se fossemos parados novamente era só apresentar para ser liberados.
Seguimos viagem e fomos parados mais duas vezes. Agora com mais educação e nós já íamos falando da viagem, como é belo o país,  blá,  blá, blá. Parece que deu certo. Verificavam toda documentação e desejavam boa viajem. Numa das vezes, como não tinha nada de errado, solicitaram uma contribuição para pintar a casinha. Dei 50 pesos (mais ou menos 15 reais).
Com todas estas paradas não conseguimos andar mais que 1.100 km e estamos parados para dormir em Posadas, região das Missões, a 300 km do Brasil. Hotel muito aconchegante com uma proprietária muito bem humorada e prestativa. Como não tinha cocheira (estacionamento), ajeitou o Hall do hotel para guardamos as motos com segurança.

Local onde os bandidos vestidos de policiais nos assaltaram a mão armada
 Nosso estacionamento no Hotel de Posadas.

Ushuaia - 19o. Dia (05/03/2014): Trelew X Venado Tuorto



Por Edson.
E o Deslocamento de regresso continua.
Sempre brinco com nosso amigo Fábio Guerra sobre sua ansiedade de voltar para casa quando apontamos o nariz para o Brasil. O que não sabia é que o Nei é igual. O sujeito está alucinado querendo andar o máximo possível. Está até tentando acordar cedo. Paradas só para o abastecimento. Banheiro: Parada sim, parada não.


Para amenizar a monotomia do regresso sem passeio, resolvemos nos desafiar e andar mais de 1.000 km por dias, durante vários dias. Ontem fizemos 1.200 km. Hoje mais1.200 km e ficamos numa cidade boa e também desconhecido por nós: Venado Tuorto.
Diferente da Ida onde planejamos as cidades onde iríamos dormir, agora resolver deixar por conta do GPS e o bicho fez um trajeto loco "ziquezagueando" pelas rutas principais e provinciais. Nenhuma chance de fazemos este roteiro novamente sem GPS.


Saímos da região da Patagônia e cortamos o Pampa novamente, agora em outro sentido. Passamos por Rio Colorado, Santa Rosa até chegar no destino do dia.
Energia Eólica para aproveitar a matéria prima abundante por aqui.



 Nosso hotel em Vnado Tuorto

Ushuaia - 18o. Dia (04/03/2014): Rio Gallegos x Trelew


Por Edson.
Logo pela manhã nos despedimos de nosso amigo Octávio. Não sei se já escrevi, mas ele está viajando a três meses. Saiu do México para um encontro de Motociclistas no Panamá. Lá ouviu muitas histórias da América do Sul, da Carretera Austral, da Ruta 40, da Terra do fim do mundo e resolveu seguir para cá. Aprendemos muito com seu estilo de vida.
E o Deslocamento de regresso continua.
Agora nosso desafio é fazer os 5000 km de volta em 5 dias. Acordamos cedo e pegamos a ruta 3 novamente. Depois da Ruta 40, a Ruta 3 é a mais famosa da Argentina. O principal desafio é o vento.

Na primeira vez que viemos para cá, nos falaram muito do Pampa del Inferno. Não achamos nada difícil atravessa-lo. Depois falaram do mal das alturas para subir e descer os 4.800 metros da cordilheira dos Andes o que também foi fácil para nós.
Desta vez falaram do rípio e do vento. O rípio foi difícil, mas menos que o esperado. O último desafio era o vento lateral na Ruta 3. Acreditem. Este vento é Phoda. PQP. É um esforço "medolho" para se manter na pista. Andamos todo o tempo curvado como fazendo uma curva fechada. Para complicar tem as rajadas de ventos que nos jogam para o acostamento e os caminhões carretas que quando cruzam anulam o vento e como estamos curvados, vamos para a pista contrária.

Conversando com um policial rodoviário daqui ele disse que o vento sempre existe. O que muda é a intensidade. Pegamos um dia ruim. No final sobrou apenas um dor no pescoço (para manter a cabeça reta).
Meu GPS saiu do ar em Caleta Oliva. Dois minutos parado foi o suficiente para ser resgatado por uma pessoa que se ofereceu para nos guiar até a saída da cidade.

Nei 171.
O ato engraçado foi o Nei que começou a diminuir o ritmo da tocada. Diminuiu tanto que resolvi parar no acostamento e espera-lo para ver se estava tudo bem. Ele chegou reclamando de dor no dedo por causa da luva. Ofereci minha luva reserva, mas ele começou a reclamar da trepidação da  moto. Olhei e não vi nada de errado. Aí ele começou a procurar algo no meio das pedras do acostamento dizendo que era um "negocinho". Só então percebi que ele estava me enrolando para descansar. Depois a viagem rendeu novamente e a moto parou de trepidar.

Andamos hoje 1.200 km e paramos para dormir em Trelew, cidade que nunca tinha ouvido falar. Pegamos até um pequeno carnaval onde alguns grupos se apresentavam na rua. Uns imitando o carnaval de rua brasileiro e outros grupos apresentando o que imagino ser danças folclóricas da região. Na chegada da cidade fomos abordado por uma família num Gol Country (nossa parati) que se ofereceram para nos levar até o Hotel. Família muito simpática.

 Despedindo do Mexicano. Que Deus o acompanhe.

 Esperando o Nei passar


 A Ruta 3 vai margeando o Oceano

Ushuaia - 17o. Dia (03/03/3014): UshuaiaX Rio Gallegos

Por Edson,

Combinamos de levantar as 6 horas, mas as 5 já estava de pé. É que estava no mesmo quarto com o Nei e como ronca o sujeito. Quem dorme.
Saímos cedo e tomamos uma decisão ruim. Deixamos para abastecer e tomar café no mesmo posto que paramos na ída. Chegando lá não tinha Nafta e os tanques das motos na reserva. Próximo posto em Rio Grande a 100 km. Usamos o galão de reserva dividindo nas motos e fomos "devagarinho" para economizar. Eu e o Nei chegamos, mas o Octávio ficou a 20 km da cidade.

Depois de socorrido, voltamos a estrada e o dia foi de aduanas. Para sair do Ushuaia, que é território Argentino, tem necessariamente que atravessar o Chile e depois voltar para a Argentina. Ou seja: Dar saída da Argentina, dar entrada no Chile, dar saída do Chile e dar entrada na Argentina. Os 135 km de rípio foi moleza perto da burocracia das Aduanas.
Quanto estávamos atravessando o Estreito de Magalhães, que aqui é estreito mesmo, o Nei viu que seu pneu estava no fim, aparecendo os arames. Fomos salvos por um grupo de motociclistas chilenos que estavam o final do passeio e nos deram um pneu meia vida.

Chegamos em Rio Gallegos depois de 580 km rodados e antes de ir para o hotel, trocamos o pneu do Nei.

Nosso Hotel em Ushuaia
  Aduana Chilena ainda no Rípio
 Aguardando a travessia no Estreito de Magalhães








O carro de apoio que emprestou (deu) o pneu




O pneu do Nei


A última Aduana. Ufa.

Ushuaia - 16o. Dia (02/03/2014): Ushuaia



Por Edson.


Hoje acordamos cedo para aproveitar o dia. Pegamos a embarcação e navegamos pela Canal de Beagle que separa os territórios do Chile e da Argentina em alguns pontos e em outros a ilha grande da Tierra del Fuego das pequenas ilhas, também pertencentes a Argentina.
O chique do passeio é visitar a Ilha dos lobos marinhos e ver de pertinho os bichos. Depois navegamos até a pinguinera para ver os animais, provavelmente, mais engraçados. Parece que fazem estripulias para nos divertir, mas são engraçados naturalmente. Por fim paramos para apreciar o último farol, o "Farol do fim do mundo".
No final do passeio, que dura das 9 as 15 horas, corremos pegar as motocas e subimos até o cerro onde pegamos o teleférico para ir até o Glaciar. Pareceu até pegadinha. O Teleférico vai até mais ou menos 1/3 da caminho, depois temos que caminhar numa subida de tirar o fôlego.
Na volta o teleférico estava "cerrado" (fechado) e descemos toda a montanha a pé.
Mesmo assim, valeu a pena. Foi muito bom apreciar e principalmente ver nosso amigo mexicano (Octávio) brincar na neve. Alias o mexicano nos emocionou  parando num dos vários riachos originados pelo degelo, tirou um pacote de cinzas do bolso, fez um pequeno discurso dizendo que sua "madre" não teve a oportunidade de viajar como ele, mas que agora ia correr o mundo através dos oceanos.


Agora acabou o caminho de ida, mas não o passeio. A partir de amanhã começamos regressar para Rio Preto.

Primeira parada no passeio de barco: A ilha dos lobos marinhos





 O Farol do fim do mundo
 E a pinguenera
 A cidade vista do barco
 E  nosso modelo oficial do lado de nosso barco

 Final do passeio com os amigos adotados


domingo, 2 de março de 2014

Ushuaia - 15o. Dia (01/03/2014): Ushuaia


Por Edson.
Temos tanta coisa para conhecer por aqui que nos reunimos para planejar antes de iniciar os passeios. Resolvemos ir primeiro para o Parque Terra del Fuego. O parque não chega ter a beleza de Torres del Paine, por exemplo, mas tem um grande significado para quem vem até aqui rodando. É nele que acaba a Ruta 3. É o ponto extemo e estamos a mais de 17 mil km do Alaska. Antes da entrada do parque, tem a última estação do trem do fim do mundo.

Outra coisa legal é que dentro do parque tem o último carteiro do mundo. Numa casinha de madeira sobre o oceano fica a última agência de correio. E o carteiro é uma figura. Usa um bigodão, é super bem humorado e se intitula 1o. ministro do pais da ilha redonda, uma pequena ilha próximo ao correio. Por 15 pesos argentinos ele carimba o passaporte com a data e o carimbo "Correio do fin del mundo" e coloca um selo, com sua foto. Também podemos mandar cartão postal onde vai o mesmo carimbo.
Abreviamos a volta por causa da chuva e depois do almoço fomos conhecer os museus da navegação, contemporâneo e o penitenciário.

A Argentina, no início do século XX foi sacudida por uma séria de homicídios. Alguns deles foram registrados como os primeiros crimes seriais da história. Como a província de Tierra del Fuego é uma ilha (Oceano Atlantico, Pacífico e Estreito de Magalhães) foi escolhida para acomodar os maiores bandidos da época e assim foi construído um grande presídio em Ushuaia. Quando foi desativado, criaram os museus sendo o penitenciário o mais interessante. Há celas que se mantém originais, outras com bonecos representando o cenário da época e para os bandidos mais famosos, tem suas estórias escritas nas paredes de suas celas.
É claro que sobrou tempo também para o Nei visitar as lojinhas, abundantes por aqui. Voltou para o hotel carregado.

Nosso hotel em Ushuaia


 O último carteiro do mundo
 E ele no papel de primeiro ministro de Ilha Redonda

E o "prédio" do correio com a ilha redonda ao fundo


 Onde estamos
 Fim de linha
 Ushuaia

 Chegando no Museu
 O Museu da Penitenciaria

Até tentei dar conselhos, mas não sei se o cara escutou



Ushuaia - 14o. Dia (28/02/2014):: Punta Arenas x Ushuaia

Por Edson.

Hoje é o dia mais importante da viagem. Vamos chegar ao objetivo principal: Chegar ao Fin del Mundo.
Acordamos mais cedo que normalmente, pois o FerryBoat sai pontualmente as 9 horas e no Chile os horários são respeitados. Para sair do hotel não é fácil. A arrumação das malas e montagem das cargas levam no mínimo 40 minutos.
Chegamos tranquilos ao porto para comprar as passagens e embarcar.
Encontramos o John da Georgia, Estados Unidos. Está na estrada a 60 dias com uma moto KLX 650 velha. Mostrou umas fotos dela toda desmontada quando quebrou e ficou parado 4 dias para arrumar. Sorte que arrumou. Contou a história de um cara da europa que quebrou a moto (também antiga) e não conseguiu peças. Depois de uma semana de tentativa abandou a viagem e moto voltando de avião para a casa.

Viajar por terra tem muitas vantagens. Na escola aprendemos sobre geografia, história e tantas outras coisas. Nas viagens vamos confirmando o que ouvimos falar. Atravessamos o importante Estreito de Magalhães. Por aqui não é tão estreito assim. Demoramos 2 horas e meia para chegar do outro lado na cidade de Polvenir.

Desembarcamos e pegamos a estrada de rípio que tem 150 km até a Aduana Chilena.
Neste trecho avistei ao longe um negócio estranho que ora parecia moto, ora parecida um carrinho de tração animal. Quando cheguei mais perto vi que era um motociclista muito carregado e andando de pernas abertas. Paramos para conversar e ver se estava tudo bem. Era um rapaz da Nova Zelândia que não tinha habilidade com motos, mas mesmo assim alugou uma em Osorno, no Chile e está tentando chegar no Ushuaia. Estava bem cansado e pelo estado da roupa já devia ter caído alguns tombos. Demos água e barrinha de cereais a ele. Até tentamos andar juntos. O problema é que  andava a 30 km/hora e não teve jeito. Fomos embora.

Depois da Aduana Chilena, mais 14 km tem a Argentina. Alí encontramos o Glauco de Atibaia que estava viajando sozinho. Disse que seu sonho antigo era chegar ao Ushuaia. Estavam em 3 motociclistas, mas os outros dois amigos desistiram no meio do caminho quando entraram na região dos ventos patagônicos. Adotamos o Glauco também e agora estamos viajando em 4. Depois da Aduana Argentina começa o asfalto que nos acompanha nos poucos mais de 200 km finais.

Finalmente chegamos ao Ushuaia. Fotos no portal da cidade para comemorar o feito. Nosso amigo mexicano trouxe uma botelha (garrafa) de tequila do México para abrir neste momento. Eu trouxe um frasquinho (aqueles de bolso) de pinga e assim brindamos o sucesso da viagem.
Depois sofremos para encontrar hotel. É sexta-feira, feriado de carnaval e a cidade está fervendo. Nos hospedamos próximos das 10 horas da noite. Ainda tivemos força (ou fome) para sair e jantar.

Fila para embarcar/atravessar o Estreito de Magalhães
 Já no FerryBoat
 Nossas preciosas amarradas
 Interior da embarcação
 Nei ensinando o caminho ao americano
 E agora para o mexicano
 Atravessando o Estreito de Magalhães
 Andamos vários km margeando o Estreito

 Esse é o neolandês que estava só no pó
 Para quem acha que de moto é difícil, vai de bicicleta
 Cuidado para não errar o caminho
 Em toda a Patagônia os Guanacos nos acompanha
 Mais uma aduana
 Este casal de argentinos estavam em duas motos e a mulher sofrendo com o vento.
 Entrando na província de Tierra del Fuego



 E finalmente pudemos brindar.



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