Combinamos de levantar as 6 horas, mas as 5 já estava de pé.
É que estava no mesmo quarto com o Nei e como ronca o sujeito. Quem dorme.
Saímos cedo e tomamos uma decisão ruim. Deixamos para
abastecer e tomar café no mesmo posto que paramos na ída. Chegando lá não tinha
Nafta e os tanques das motos na reserva. Próximo posto em Rio Grande a 100 km.
Usamos o galão de reserva dividindo nas motos e fomos "devagarinho"
para economizar. Eu e o Nei chegamos, mas o Octávio ficou a 20 km da cidade.
Depois de socorrido, voltamos a estrada e o dia foi de
aduanas. Para sair do Ushuaia, que é território Argentino, tem necessariamente
que atravessar o Chile e depois voltar para a Argentina. Ou seja: Dar saída da
Argentina, dar entrada no Chile, dar saída do Chile e dar entrada na Argentina.
Os 135 km de rípio foi moleza perto da burocracia das Aduanas.
Quanto estávamos atravessando o Estreito de Magalhães, que
aqui é estreito mesmo, o Nei viu que seu pneu estava no fim, aparecendo os
arames. Fomos salvos por um grupo de motociclistas chilenos que estavam o final
do passeio e nos deram um pneu meia vida.
Chegamos em Rio Gallegos depois de 580 km rodados e antes de
ir para o hotel, trocamos o pneu do Nei.
Nosso Hotel em Ushuaia
Aduana Chilena ainda no Rípio
Aguardando a travessia no Estreito de MagalhãesO carro de apoio que emprestou (deu) o pneu
A última Aduana. Ufa.
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