Por Edson e Eliane;
Mendoza x Uspallata/Santiago
De acordo com nossa programação, hoje atravessaríamos a cordilheira e chegaríamos ao Chile. A Gi e Rodrigo estavam muito preocupados com a condição do tempo. Quando chegamos a Mendoza, o paso estava fechado devido a nevasca. Agora estava aberto, mas a questão é: E se cair outra nevasca? Ficaremos “presos” em Santiago. As férias escolares do Dudu e Gabriela e do trabalho de Rodrigo/Gi terminam junto com a fim da expedição.
Resolvemos que iríamos até Uspallata para ver a situação. O tempo estava tipo céu de brigadeiro e fomos nos animando. Pesava também o fato da Gabriela e Dudu não conhecerem Santiago e, principalmente a Gabriela, ter muita vontade de chegar até lá. Por outro lado, percebíamos que a Gi não estava a vontade para atravessar a Cordilheira. Usando do lema que o Rodrigo sugeriu no início da viagem: “Sinceridade acima de tudo” e alinhado ao meu pouco juízo, resolvemos arriscar e assim dividimos a turminha. Família Gandorphi vai para Santiago e Família Vendramini fica em Uspallata, curtindo a neve argentina.
Seguimos juntos de Mendoza a Uspallata, onde usei uma cabine telefônica pela primeira vez (meu celular parou de falar na Argentina). A Gi alugou roupas de neve para o Rodriguinho e um trenó. Seguimos até a próxima estação de esqui e esta sim, estava aberta com muita neve. Brincamos e seguimos até Los Penitentes onde almoçamos.
Despedimos-nos e marcamos de nos encontrar na volta, em Uspallata ou em Buenos Aires. Como não sabemos em qual hotel as equipes estão, e estamos sem celulares, estamos por hora, incomunicáveis. Rodrigo/Gi se estiverem vendo o blog, mande notícias via comentários ou ligue no hotel: (56-2) 2118601, Habitacion 201.
O caminho para Santiago estava totalmente branco. Quando passamos por aqui em Abril deste ano, a paisagem era outra (marrom). Fiquei imaginando e comentei que gostaria de passar por aqui no inverno. Só não imaginava que seria tão rápido assim. Aqui estamos de volta.
Vendo a altura da neve, dei razão ao Rodrigo e Gi. A rodovia parece um buraco aberto na neve. Fiquei imaginando outra nevasca e o tempo que as máquinas levarão para liberar a pista novamente. Bom agora já foi. Vamos torcer pelo tempo continuar firme.
Chegamos a Santiago as 19 horas, sem reserva de hotel. Não recomendo a ninguém vir para cá em Julho, com neve, sem reserva. Ficamos rodando até as 23 horas. Algumas pessoas nos recomendaram sair de Santiago e ir procurar hotel em Viña Del Mar, praia no Pacífico a 80 km daqui. A língua oficial nos hotéis de Santiago nesta época é o Português. Só tem brasileiros.
Começamos a apelar e fomos procurar lugar nos Hotéis 5 estrelas. Felizmente não tinha (a tarifa é de matar). Em compensação fomos atendidos em um deles pela Francisca, recepcionista muito simpática que ligou em mais de 10 hotéis e nos arrumou uma jóia. Estamos hospedados no Hotel Acácia de Vitacura, um 4 estrelas com, como a GI costuma dizer, ótimo custo/benefício. Nossa “habitacion” é tipo Apart Hotel, com 2 quartos, sala enorme, sacada, banheiros ótimos. Segundo a Eliane, dá pra morar aqui.
Enfim, estamos muito bem.
Abraços
Pé na Estrada novamente
Chegando na Cordilheira
Agora sim. Neve por todos os lados.
Primeira parada numa estação de esqui.
Rodrigo e Dudu se divertindo.
Ficou faltando o Rodriguinho. Preferiu o carro, estava muito frio.
Descubra quem é quem na família Gandorphi.
Rodrigo escorregando.
Eliane escorregando.
Almoço em Los Penitentes.
A caminho de Santiago.
O famoso túnel Cristo Redentor.
Os caracóis e ao fundo a lagoa congelada.
Este pegou amor pelo boneco de neve e trouxe para casa.
Nossa turminha, paisagens magnificas, adorei. Mas o que eu mais gostei foi da Eliane escorregando...huahuaha...Mto legal Li, amei. Por aqui pessoal, estamos curtindo um inverno de max de 30° e minima de 29°...huauauhaua...Vcs sabem como é o inverno em Rio Preto neh... Saudades de todos...Curtam bastante...Abraços! Bruna
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