Hoje o dia estava reservado para deslocamento. Saímos o mais cedo possível de Jujuy pegando a auto estrada em direção a Salta. O objetivo era pegar a Ruta 16, atravessar o Pampa del Infierno na região do Chaco argentino e chegar a Corrientes.
Porém este dia foi mais dedicado a cálculos.
Acontece que os 4 cabeções: Jotinha, Prefeito, Cleber e Kim não levaram pesos chilenos nem argentinos.
No Chile, como abreviamos o retorno, eu e Fábio conseguimos bancar os quatros.
Na Argentina não tínha como. Além de rodarmos o planejando, não aceitam cartão de crédito nem dólar. Para atrapalhar ainda mais a Argentina sofre com problema de escazes de Nafta (Gasolina) e os preços subiram muito. Chegamos a pagar o equivalente a 3,90 reais por litro. Tívemos que juntar moedinhas, fazer contas, colocar um pouco de gasolina em cada moto para tentar chegar até Roque Saenz Pena, onde sabíamos que tínha um Hotel Casino e alí com certeza fariam cambio.
Chegamos em Roque Saenz as 16 horas, sem beber água ou comer qualquer coisa, pois o pouco dinheiro estava sendo usado para abastecimento.
Já combinei com o Capitão Fábio Nascimento. Na próxima viagem nós é que vamos fazer o check list da turma. Nesta viagem nos deram muito trabalho.
Cambio feito abortamos Corrientes e dormimos em Resistencia, 30 km antes. Lá também tem um Hotel Casino muito chique que fiquei no ano passado. Porém não tinha habitacion disponível e ficamos em outro.
Aproveitando que o comércio fica aberto até as 20 horas, o prefeito foi trocar o pneu da moto e mais a noite fomos comer bife de chourisso. Estava bom demais.
Pampa del Infierno: 600 km de reta sem maiores atrativos
Grandes confinamentos. Daqui saem os bifes de chouriso
Abastecimento na Argentina. Quando tem: Caro, Fila e nós sem efetivo (dinheiro).
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