Nada como um dia após o outro. Depois da correria de ontem, hoje as coisas começam a clarear.
Pela dimensão do acidente o prejuízo foi pouco. O punho quebrado é o pior, já que o Fábio é Cirurgião e precisa dele em ordem. Mas com certeza vai ficar bom. A moto, o seguro vai dar outra.
A manhã de hoje foi dedicada a decisões. A primeira era encontrar o jeito mais rápido para o Fábio chegar em Rio Preto e ser operado. A saída foi pegar um voo de Esquel para Buenos Aires, outro para São Paulo e finalmente para Rio Preto.
Quanto a moto, depois de várias opções, nosso anjo apareceu novamente e encontrou um meio de levar até a BMW mais próxima que fica em Neuquén. Lá o seguro fará o sinistro.
Tudo resolvido, Fábio para o Aeroporto, Edson e Nei para a estrada. Fizemos novamente os 350 km de ontem até o ponto do acidente. Quando pegamos o rípio, a imagem o tombo não saía da minha cabeça. Este primeiro trecho tinha 30 km e fiz muito tenso. não passei de 60 km/hora. Quando acabou, esperei o Nei que disse a mesma coisa e veio ainda mais devagar que eu.
Seguimos viagem num ritmo mais lento, mas constante. Nossa intenção era chegar na cidade de Perito Moreno, apesar de ter saído de Esquel. Paramos na pequena cidade de Rio Mayo e na saída, surpresa. Foram mais 40 km de rípio e o mais difícil de toda a viagem até aqui.
Chegamos em Perito Moreno próximo das 9 horas da noite, não antes de pegar outro rípio, totalizando 100 km no dia. Nos hospedamos no tradicional Hotel Belgrano do simpático turco Munir.
Saída de Esquel. O Fábio só estava com o orgulho ferido.
Passando pela Província de Chubut
Parada em uma da muitas oferendas ao "Gauchito Gil"

Nei Atolando no Rípio fofo: Caminho errado.
Aqui o filho chora e a mãe não escuta
Ih, amassou. Mas como, não tem pedra.
Saíndo de Chubut, entrando na província de Santa Cruz
Muitos Moto Home fazendo Ruta 40
Aqui já enfrentamos o famoso vento Patagônico
















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