quinta-feira, 21 de abril de 2016

Atacama 2016 - Dia 2: Campo Mourão x Ita-Ibaté

Hoje a lida começou cedo.
Alvorada as 5 horas da manhã. 6:00 hs já no restaurante esperando o café da manhã, que insistia em não ficar pronto. 6:15 fomos perguntar por que do atraso e descobrimos que o café da manhã é servido em outro local. OK, atrasamos um pouco e saímos quase 7 horas para rodar 770 km, incluindo uma parada em Foz do Iguaçu para cambiar e a alfandega.

Tudo muito certo, viajem nas bonitas imagens do estado do Paraná. Agricultura de primeira, relevo de tirar o folego, estrada maravilhosa, pedágio caro pra caramba, mas acaba valendo a pena.

A Eliane se apertou, precisando ir ao banheiro antes da primeira parada. Paramos no pedágio e...azar, neste não tinha o SAU, Serviço de Atendimento ao Usuário. Felizmente tinha um posto logo a frente. Ufa.

Cambio feito na Atlas com o Ivan (o nome dele não é este, mas como é complicado, chamo ele assim). Perfeito 4 x 1 no peso Argentino. Bolso cheio, pé na estrada.
Alfandega do Brasil livre. Na Argentina, faz de conta. Carimbo nos passaportes e desejaram boa viagem.

Ai, já em solo de los Hermanos, pie na estrada kkkkkkk.
70 km a frente, Caio precisa beber água. Como ele é o ancião da turma, ninguém discute e paramos na hora. Bom também. Aproveitamos e antecipamos a parada novamente (lembra da Eliane apertada).

Aí...lenha. Rodamos 280 km e paramos já perto do destino do dia. Agora com direito a empanadas quentinhas.
Mais 70 km e chegamos em Ita-Ibate, onde eu tinha reservado o Hotel Piedra Alta, onde ficamos em 2011.

Então, né. Sou tradicionalista, mas preciso rever meus conceitos. Programei a primeira parada em Presidente Prudente no Posto Andorinha, onde parei as últimas vezes (a última em 2011). O Posto está derrubado, não tinha nada na conveniência....que vergonha pra mim, que fiz propaganda pros meus amigos. Num paro mais lá.

Chegando no Hotel Piedra Alta, meu Deus ( Hotel que já ficamos e gostamos demais). Cadê minha reserva feita com um mês de antecedência? Chegou um monte de brasileiros, incluíndo um ônibus e o FDP do proprietário repassou nossos aptos. Ficamos na mão. A opção que ele deu foi arrumar 2 aptos. Homens em um, mulheres em outro. Nada feito, eu não topei. Segundo minha senhora, fiquei muito bravo. (mais que ela). Sem chance de acordo.

Sai alucinado em busca de um outro lugar. Acidade é pequena, não tem asfalto e choveu muito o dia todo. Patinei e dancei no barro até encontrar uma pousada (próxima cidade é Corrientes a 150 km e já era 18 horas).

Encontrei o Don Miguel e sua esposa. Gente boa que se prontificaram em arrumar as habitaciones para todos e incluindo um jantar. Voltei pra chamar os amigos, mas ficaram com medo do barro e preferiram ficar nas melhores acomodações do Piedra Alta. Resumindo. To eu e a patroa aqui, nesta hora já bêbado, mas todos felizes.

Amanhã será um novo dia. 900 km até Termas do Rio Hondo. Lá reservei pelo Booking. Dois dias seguidos não dá, né?

Alfandega Argentina




























































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